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Diagnóstico funcional na prática clínicaDas queixas do paciente à decisão terapêutica

O que pode o diagnóstico funcional acrescentar à avaliação dos seus pacientes, e de que forma pode modificar a decisão clínica?

Casos clínicos reais, com e sem sintomas, com o Prof. Doutor Hélder Nunes Costa.

  • 10 de setembro de 2026
  • Às 20h (Lisboa)
  • Online (Zoom)
  • Gratuito

Esta masterclass é para si se…

  • Recebe pacientes com dor ou limitação funcional que o exame convencional não explica por completo.
  • Acompanha pacientes sem sintomas, mas com desgaste, sinais de sobrecarga ou falhas estruturais que se repetem.
  • Quer perceber por que razão pacientes com condições semelhantes evoluem de forma diferente.
  • Procura critérios para distinguir quando a intervenção oclusal está indicada e quando o determinante é muscular, articular ou psicossocial.
  • Prefere acompanhar o raciocínio clínico em casos reais, e não exposição teórica.

Aberto a estudantes de medicina dentária. Acompanhe o raciocínio clínico completo, da queixa à decisão.

O ponto de partida

Três pontos críticos na decisão clínica

Os eixos que atravessam a sessão de 10 de setembro.

01

A mesma apresentação clínica, prognósticos diferentes.

Dois pacientes com achados semelhantes podem evoluir de forma distinta. O que os separa é a capacidade de adaptação de cada sistema, e essa não se lê numa boca em oclusão estática.

É essa margem que a avaliação funcional procura caracterizar, antes de qualquer decisão.

02

O paciente sem queixas também tem indicação para avaliação funcional.

A ausência de sintoma não significa ausência de sobrecarga. Há sistemas que compensam durante anos e só falham quando essa margem se esgota.

A decisão aqui é preventiva, e depende de reconhecer o que ainda não dói.

03

Nem toda a dor orofacial se resolve na oclusão.

A disfunção temporomandibular tem etiologia multifatorial e os critérios de diagnóstico atuais avaliam também a dimensão psicossocial. Sem uma sequência de avaliação estruturada, o paciente vai sendo tratado por tentativas e acaba reencaminhado.

Decidir não intervir na oclusão é uma decisão clínica como outra qualquer, desde que fundamentada.

O programa da masterclass

O raciocínio clínico completo, da queixa à decisão, com casos clínicos reais como fio condutor da sessão:

  1. 1

    Funções e disfunções do sistema estomatognático

    O que o sistema executa, o que compensa e onde a capacidade de adaptação se esgota.

  2. 2

    Da queixa ao sinal clínico

    Interpretar o relato do paciente e os achados do exame, com e sem sintomas, incluindo os sinais de sobrecarga.

  3. 3

    Avaliação funcional individualizada

    Integração dos fatores oclusais, musculares, articulares e psicossociais.

  4. 4

    Formulação de hipóteses e decisão terapêutica

    Quando a intervenção oclusal está indicada, quando o determinante é outro e quando a decisão é preventiva.

  5. 5

    A goteira dentro deste raciocínio

    Indicação, objetivo definido à partida e leitura da resposta do paciente.

No fim da sessão

  • O que a avaliação funcional acrescenta, em concreto, ao exame convencional.
  • Como reconhecer fatores de sobrecarga antes de haver queixa, e que decisões preventivas isso permite.
  • Critérios para distinguir os casos com indicação para intervenção oclusal dos restantes.
Prof. Doutor Hélder Nunes Costa

Quem orienta

Prof. Doutor Hélder Nunes Costa

  • Médico Dentista, OMD 1634
  • PhD, Kanagawa Dental University (Japão)
  • Doutorado, Universidade de Lisboa
  • Especialista em Ortodontia, GDC (Reino Unido) e OMD
  • Mestre, Universidade do Danúbio (Áustria)
  • Pós-graduação, NYU College of Dentistry (EUA)
  • Professor e Regente de Ortodontia I, Egas Moniz

O método

O método VieSID

VieSID, Vienna School of Interdisciplinary Dentistry

O VieSID (Vienna School of Interdisciplinary Dentistry) é a escola vienense que preserva e ensina o conceito desenvolvido pelo Prof. Rudolf Slavicek ao longo de cinco décadas. É o método que orienta o diagnóstico e as decisões clínicas que vai ver nesta sessão.

Saber mais sobre a VieSID →
Mollaris Formação

Sobre a Mollaris Formação

Escola de formação especializada para médicos dentistas, com sede em Leiria e certificação DGERT. Desde 2006 que formamos profissionais nas várias áreas da medicina dentária, com um corpo docente reconhecido internacionalmente.

  • Desde 2006 a formar médicos dentistas
  • Certificação DGERT
  • Sede em Leiria, Portugal
  • Corpo docente internacional

Perguntas frequentes

Antes de se inscrever

Preciso de ter formação prévia em oclusão?

Não. A sessão pressupõe prática clínica, não formação prévia em análise funcional. Os conceitos são introduzidos à medida que os casos os exigem.

As goteiras ainda fazem parte da sessão?

Sim. A goteira é abordada como ferramenta dentro do raciocínio diagnóstico e terapêutico: em que casos está indicada, com que objetivo e como se interpreta a resposta do paciente. O tema central da sessão é o diagnóstico funcional.

Sou estudante do último ano. Faz sentido para mim?

Sim. Acompanhar o raciocínio clínico completo, da queixa à decisão, é difícil de obter no percurso pré-graduado.

A sessão fica gravada?

Não. É ao vivo e não fica disponível depois, por isso vale mesmo a pena reservar a data na agenda.

Recebo certificado?

Não. Esta sessão não emite certificado de participação.

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Compreender o paciente, não apenas o sintoma

Transformar os achados funcionais em decisões clínicas fundamentadas, a partir de casos clínicos reais, com o Prof. Doutor Hélder Nunes Costa.

  • 10 de setembro de 2026
  • Às 20h (Lisboa)
  • Online (Zoom)

Sessão online. Acesso enviado por email.

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